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GP da Austrália - Melbourne, 17 de Março

por Tiago Crispim, em 17.03.13

Início de mais uma temporada na F1, depois de uma qualificação conturbada, com vários despistes devido à chuva. A Q2 e Q3 foram até adiadas, fazendo-se apenas no dia da corrida.

 

Antes de começar tivemos logo um abandono, o de Nico Hulkenberg, que não largou "por razões de segurança" (um problema no sistema de distribuição de combustível), de acordo com a sua nova equipa, a Sauber. Estreia adiada para o alemão.

 

A parada de pilotos antes da corrida

 

Outro alemão partiu da pole position, o inevitável Sebastian Vettel, seguido do seu companheiro de equipa e piloto que corria em casa, Mark Webber. Lewis Hamilton, agora na Mercedes, partiu da segunda fila, à frente de Felipe Massa e Fernando Alonso. Os dois Ferrari no meio dos Mercedes, com Nico Rosberg logo atrás. Os dois Lotus, com Kimi Raikkonen à frente de Romain Grosjean, seguidos de Paul di Resta, Jenson Button, Adrian Sutil, Jean-Eric Vergne, Daniel Ricciardo, Sérgio Pérez, Valtteri Bottas, Pastor Maldonado, Esteban Gutiérrez, Jules Bianchi, Max Chilton e Giedo van der Garde. Charles Pic não cumpriu a regra dos 107 por cento mas os comissários deixaram o piloto começar a corrida.

 

Apenas Ricciardo, Pérez e Maldonado alinharam na grelha com pneus médios; todos os outros optaram pelos super-macios.

 

Um ângulo diferente da foto oficial

 

Na partida Webber fez um mau arranque, e Massa, Hamilton e Alonso aproveitaram-se logo disso. O espanhol da Ferrari passou logo o Mercedes e passou ao ataque ao companheiro de equipa, que ascendera a segundo. Hamilton estava a ser pressionado por Raikkonen, que tinha ganho posição a Rosberg logo na partida. O finlandês da Lotus conseguiu passar o inglês da Mercedes na terceira volta. À vontade estava Vettel, com uma largada limpa. Daniel Ricciardo também foi longe de brilhante, tendo perdido posições para oito pilotos e seguia em último.

 

Massa, cada vez mais rápido, aproximava-se de Vettel e na quinta volta vimos a primeira paragem nas boxes. Jenson Button foi o primeiro a trocar pelos médios, seguido pouco depois por Webber, Grosjean e Gutiérrez.

 

A primeira paragem de Pérez nas boxes

 

Entretanto Ricciardo tinha já recuperado e seguia em 13º, na altura em que Vettel também decidiu trocar de pneus, à oitava volta. Na seguinte foi a vez de Massa ir às boxes. Raikkonen espalhava faíscas pela pista em perseguição a Alonso, mas antes que ultrapassasse o espanhol, foram os dois à troca de pneus. O líder agora era Hamilton, ainda com os super-macios, seguido de Rsoberg, Sutil e Pérez, que partiu com médios. Massa fazia o melhor tempo na 13ª volta, e na seguinte, Hamilton finalmente parou nas boxes para troca de Pirelli, e também ajustes na asa da frente.

 

Sutil liderava a corrida na volta 18, o único que ainda não tinha parado na boxe. Giedo van der Garde, entretanto, já ia na segunda paragem, graças a um furo lento que lhe deu cabo dos planos. Webber também parou pela segunda vez, na altura em que ouvíamos a comunicação via rádio com Pérez que as equipas iam fazer três paragens. Alonso, que se fartou de andar atrás do comboio liderado por Sutil, fez também segunda paragem, seguido de Button e Max Chilton. Adrian Sutil parou apenas na volta 22, seguido de Vettel. Na frente ficou Felipe Massa, e mais importante ainda, Alonso tendo parado uma volta antes, ficou também à frente do Red Bull do alemão. Massa na frente andou meio perdido, a perguntar ao engenheiro o que fazia agora. Duas voltas depois parou nas boxes e deixou a liderança para Raikkonen.

 

 A terceira paragem do dia para Valtteri Bottas

 

Na volta 25 Pastor Maldonado, que no ano passado esteve para vencer e terminou na parede, acabou a corrida na gravilha com um erro de travagem. Pisou a linha amarela limitadora da pista. Duas voltas depois foi Nico Rosberg a levar o seu Mercedes, lentamente, para uma escapatória. Estava em terceiro.

 

Uma chuva ligeira começou a cair na pista na volta 28, mas os pilotos estavam já avisados pelas equipas. Massa pressionava Sutil, sem resultados, na altura em que a Mercedes pedia a Hamilton para atacar Raikkonen, ainda na liderança. O inglês respondeu que estava a dar tudo o que tinha e que ia ser passado por Alonso, graças ao DRS do Ferrari. Depois de ser ultrapassado foi às boxes.

 

Massa voltou a parar na volta 37, seguido de Vettel. O alemão, três voltas depois passou Hamilton, que foi depois ultrapassado por Massa. O inglês a poupar pneus, recebeu logo depois uma mensagem da equipa para aumentar o ritmo.

 

A ultrapassagem de Alonso a Sutil

 

Raikkonen também aumentou o ritmo e passou Sutil pelo comando da corrida (volta 44), na altura em que Alonso fazia os melhores tempos em pista. O espanhol seguia em terceiro, cada vez mais perto de apanhar o Force India de Sutil.

 

Apagadinhos estavam os McLaren, com Button em nono e Pérez em 12º. Sutil voltou a parar, pela última vez, na volta 47. Trocou para os super-macios, na altura em que ficámos a saber, sem imagens, que Ricciardo tinha abandonado.

 

Raikkonen comandava, seguido de Alonso, Vettel e Massa. Sutil, Hamilton, Webber, di Resta, Button e Grosjean fechavam os dez primeiros com oito voltas para o final.

 

A escolha arriscada de Sutil nos super-macios estava a dar problemas. O Force India dançava na pista, a cinco voltas do final, com pneus claramente degradados. Hamilton e Webber passaram o alemão sem dificuldades. Depois de uma excelente corrida, Sutil estava em risco de ser ultrapassado também por Paul Di Resta e talvez ficar longe dos pontos.

 

Na boxe da Lotus tudo à espera

 

Só para mostrar o que vale o Lotus, Kimi Raikkonen ainda teve tempo de fazer a melhor volta da corrida, com duas voltas para o final. Alonso teve dificuldades para ultrapassar o retardatário Pic. No último lugar dos pontos estava o outro Lotus, a defender-se do McLaren de Pérez, claramente atrás do prejuízo.

 

No final venceu Raikkonen, seguido de Alonso e Vettel. Em quarto ficou Massa, à frente de Hamilton, Webber, Sutil, di Resta Button e Grosjean, a fechar os dez primeiros. Pérez, Vergne, Gutiérrez, Bottas, Bianchi, Pic, Chilton e van der Garde. Não terminaram Ricciardo, Rosberg, Maldonado e Hulkenberg, que aliás nem começou. A destacar as corridas de Raikkonen, Alonso, Massa e Sutil. A Lotus tinha dito que o carro era bom. Agora confirma-se. Pelo ritmo, a Mercedes também deve fazer boa figura este ano.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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publicado às 05:48

Resumo do GP da Austrália

por Tiago Crispim, em 18.03.12

Finalmente o início de temporada da F1. Só para situar:

Lewis Hamilton e Jenson Button partiram dos dois primeiros lugares da pista, seguidos de Romain Grosjean num Lotus e Michael Schumacher num Mercedes. As surpresas foram Webber e Vettel, que partiram apenas da quinta e sexta posições, respetivamente. Pior estiveram os Ferrari. Alonso e Massa saíram do 12º e 16º lugar, o que mostra que afinal os receios de Pat Fry com o novo carro da scuderia tinham fundamento. Outra desilusão foi a 17ª posição de saída de Kimi Raikkonen, depois da velocidade e consistência mostrados nos treinos.

 

A Mercedes surgiu na Austrália com uma nova asa traseira, uma espécie de f-duct que dá maior estabilidade durante o uso do DRS. No início pareceu eficaz mas depois nem por isso. Mas já lá vamos.

 

A largada em Albert Park foi animada, própria de um GP de início de temporada. Button largou melhor que o seu companheiro de equipa e Bruno Senna num Williams fez um pião na primeira curva. Nico Hulkenberg (Force India) teve algum tipo de contato que o deixou fora de ação quase imediatamente. Na segunda volta Pastor Maldonado, que partiu de oitavo, a sua melhor largada na F1, tocou no Lotus de Grosjean e terminou uma promissora corrida do francês, abrindo caminho para uma quase excelente corrida do venezuelano.

 

Pit-stop de Pastor Maldonado

 

Sebastian Vettel teve uma ligeira saída de pista na sétima volta, quando atacava Schumacher. Pouco depois o bi-campeão ultrapassou o hepta-campeão, quando Schumacher teve um problema e saiu em frente numa curva com um problema na caixa de velocidades que o levou a abandonar a corrida. Logo atrás Rosberg defendia-se dos ataques de Alonso.

 

Entre as voltas 12 e 16 os pilotos começaram a mudar os pneus e claramente deveria haver mais tempo para testes, já que muitos pilotos ainda se debateram neste GP com as mudanças que a Pirelli fez para 2012, em especial com os compostos médios.

 

Depois da primeira troca de pneus, a grande batalha centrou-se em Vettel, Alonso, Rosberg Webber e Jean-Eric Vergne (estreante pela Toro Rosso), todos a lutarem pela quinta, sexta, sétima oitava e nona posições.  Vettel destacou-se rapidamente, mas mais à frente, Sérgio Pérez aguentou Hamilton e Vettel durante uma volta. A seguir ficou a aguentar Alonso, Rosberg e Webber, que precisaram também eles de uma volta para ultrapassar o mexicano.

 

Kamui Kobayashi viu-se num aperto na 26ª volta. O japonês esteve perto do contato com o Ferrari de Massa e do Lotus de Raikkonen. Ao tentar defender-se do Lotus, esqueceu-se do Ferrari que o tinha ultrapassado e ao travar, quase bateu na lateral de Raikkonen. O finlandês aproveitou para se distanciar mas Kobayashi voltou a atacar Massa e a ultrapassar o brasileiro pela décima posição.

 

Nesta altura da corrida Jenson Button seguia em primeiro seguido de Hamilton, uma espécie de chapada na cara de todas as equipas que usaram a solução aerodinâmica do degrau no nariz do carro. Seguiam-se Alonso, Rosberg e Webber. A continuar assim, talvez a Mercedes consiga o pódio que tanto almeja neste ano, isto se não terminarem como terminaram nesta prova.

 

 

A altura estranha em que o camião-reboque que levava o carro de Petrov pareceu liderar o pelotão

 

Interessante era o ritmo de Pastor Maldonado, uma indicação (até ver) que a Williams não estará tão mal como no ano passado. O seu companheiro de equipa, Senna, estava pior, com o pião na primeira curva não tinha ainda passado dos últimos lugares.

 

Curiosamente, alguns pilotos queixaram-se dos pneus médios, a começar por Button, que indicou vibrações do carro por causa dos Pirelli.

 

Vitaly Petrov, recém-chegado à Caterham, começou a deitar fumo e parou na reta da meta com perda de direção assistida. Pouco depois aconteceu o mesmo com o seu companheiro de equipa. Como o carro não ficou junto ao muro, o safety-car veio baralhar as contas e juntar os pilotos. Este ano um retardatário pode ultrapassar o safety-car e juntar-se no fim do pelotão, para não atrasar outros pilotos no recomeço. Pode ser bom mas estende imenso os períodos de safety-car.

 

No regresso à corrida Button manteve a liderança mas Hamilton não conseguiu aguentar o RB8 de Vettel. Mais atrás Kobayashi aproveitou uma curva para ultrapassar Raikkonen e chegar a nono.

 

Ps brasileiros Felipe Massa e Bruno Senna deram um toque quando lutavam pelo 13º lugar, algo semelhante ao que aconteceu entre Kobayashi e Raikkonen na primera parte da corrida. Como consequência o Williams furou um pneu e o Ferrari partiu algo na lateral do carro e parou avariado a meio da entrada da boxe. Terminando mais uma má corrida de Massa.

 

Massa parado na entrada da boxe

 

Com apenas oito voltas para o final, Maldonado, que fazia a sua melhor corrida na F1, pressionava Alonso pela quinta posição. Curiosamente, também um Williams e um Ferrari. Como alguém escreveu no Twitter na altura, há tempo que não víamos um Williams correr com um Ferrari.

 

No final todos os pilotos atacaram. Um bom espetáculo e final de corrida emocionante.  Com todos os lugares em disputa, Jenson Button acabou por levar a melhor com uma corrida soberba, sempre no controle. Segundo foi Sebastian Vettel num RB8 menos impressionante que o do ano passado; seguido de Lewis  “a-ver-se-atina” Hamilton; o australiano incansável Mark Webber e Fernando Alonso, que provavelmente nunca esperou ser tão pressionado por Pastor Maldonado. O venezuelano fez a sua melhor corrida e se continuar assim mostra que, como diz Frank Williams, ele é bom piloto e não apenas bem financiado. Ainda assim não terminou, tendo tido um acidente na última volta quando perdeu o controlo do carro e bateu na parede. É pena, tinha sido um resultado melhor que qualquer um no ano passado

 

Em sexto ficou Kamui Kobayashi, que fez uma excelente corrida, seguido de Kimi Raikkonen, que depois de uma má qualificação lá se redimiu. Sérgio Pérez fez também uma boa prova mas foi ultrapassado por Kimi e Kamui no final, seguido de Ricciardo, recém-chegado à Toro Rosso e aos pontos. Paul Di Resta, rookie de 2011, menos em foco neste GP aproveitou para ultrapassar Jean-Eric Vergne na reta da meta, roubando o último lugar nos pontos ao estreante de forma espetacular. Rosber foi um desapontante 12º, depois de ter mostrado bom andamento em toda a corrida, teve problemas na última volta onde perdeu cinco posições. Depois ficou classificado Pastor Maldonado, os dois Marussia, com Timo Glock à frente do estreante Charles Pic. No fim ficou o Williams de Bruno Senna, que ainda foi às boxes a duas voltas do final. Não classificados ficaram Massa, Kovalainen, Petrov, Schumacher, Grosjean e Hulkenberg.

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publicado às 07:49

Programa de dia 28-03-2011

por Tiago Crispim, em 28.03.11

Análise ao Grande Prémio da Austrália

 

 

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publicado às 16:07

Vettel vence nas calmas em Melbourne

por Tiago Crispim, em 27.03.11

Um óptimo início de temporada para o actual campeão do mundo, Sebastian Vettel, que venceu sem problemas o Grande Prémio da Austrália no seu Red Bull. O alemão liderou quase toda a prova e terminou a corrida a 22.2 segundos do segundo lugar, Lewis Hamilton em McLaren.

 

Vitaly Petrov surpreendeu com o terceiro lugar do pódio.

 

Petrov com o troféu de terceiro lugar.

 

O Lotus Renault do russo fez uma excelente largada que o deixou no quarto lugar, mas nas primeiras voltas foi a luta entre o McLaren de Jenson Button e o Ferrari de Felipe Massa. Foi apenas na volta 12 que o britânico ultrapassou o brasileiro pelo terceiro lugar mas sofreu um "drive thru" mais tarde por ter cortado a curva durante a ultrapassagem e cruzou a meta em sexto lugar.

 

Button foi mais tarde o protagonista naquilo que provavelmente foi a primeira ultrapassagem com auxílio do DRS, ou asa móvel. A vítima foi Kamui Kobayashi. O display televisivo do KERS e DRS é fácil de perceber e a distância entre pilotos vai ficando verde como sinal de poder usar a asa móvel. Apenas uma curva servia para esse propósito. A curva 14, duas antes da recta da meta.

 

Já que estou numa de informações na tv, o gráfico que individualiza os pilotos, melhor e actual volta, mostra a cara do piloto. Estranho já que desde pequeno sempre conheci os pilotos pelo capacete.

 

Sérgio Pérez foi sem dúvida o melhor estreante ao terminar em sétimo lugar, seguido do seu companheiro na Sauber, Kamui Kobayashi.

 

Mais discretos mas com melhores posições foram Fernando Alonso e Mark Webber. O Ferrari terminou em quarto e o Red Bull em quinto.

 

Felipe Massa no outro Ferrari foi bastante irregular. No final da prova viu-se em luta com o Toro Rosso de Sebastian Buemi pelo nono lugar. Ultrapassou-o na volta 54 de 58. Valeu-lhe a volta mais rápida da prova. Buemi fechou os lugares pontuáveis.

 

Adrian Sutil venceu o companheiro estreante na Force India. 11º para Sutil e 12º para Paul Di Resta. O Toro Rosso de Jaime Alguersuari terminou em 13º, Nick Heidfeld logo atrás. Por agora o alemão não se mostra assim tão boa escolha para substituir Kubica, ainda para mais com Petrov em terceiro.

 

Jarno Trulli e Jérôme D'Ambrosio, foram os últimos pilotos a cruzar a meta.

 

Desistiram Timo Glock, Rubens Barrichello, Nico Rosberg, Heikki Kovalainen, Michael Schumacher e Pastor Maldonado.

 

Barrichello desistiu quando faltavam dez voltas para o final mas foi graças à sua confiança que Nico Rosberg saiu da prova. O brasileiro tentou ultrapassar o Mercedes GP, a tentar cortar por dentro uma curva com auxílio do KERS, mas calculou mal ou teve confiança a mais. Bateu na lateral do carro do alemão que teve de desistir. Por isso Barrichello cumpriu um "drive thru".

 

Duas notas finais:

 

A dificuldade de Button aproximar-se do Ferrari de Massa em recta e a quantidade de vezes que se parou para trocar pneus. Duas ou três, algo que já se previa com o desgaste destes novos pneus Pirelli.

 

PosNúm         Piloto              Equipa        Voltas Tempo Pts

  

1 1 Sebastian Vettel RBR-Renault 58 Vencedor   25
2 3 Lewis Hamilton McLaren-Mercedes 58 +22.2 seg   18
3 10 Vitaly Petrov Renault 58 +30.5 seg   15
4 5 Fernando Alonso Ferrari 58 +31.7 seg   12
5 2 Mark Webber RBR-Renault 58 +38.1 seg   10
6 4 Jenson Button McLaren-Mercedes 58 +54.3 seg   8
7 17 Sergio Perez Sauber-Ferrari 58 +65.8 seg   6
8 16 Kamui Kobayashi Sauber-Ferrari 58 +76.8 seg   4
9 6 Felipe Massa Ferrari 58 +85.1 seg   2
10 18 Sebastien Buemi STR-Ferrari 57 +1 voltas   1
11 14 Adrian Sutil Force India-Mercedes 57 +1 voltas    
12 15 Paul di Resta Force India-Mercedes 57 +1 voltas    
13 19 Jaime Alguersuari STR-Ferrari 57 +1 voltas    
14 9 Nick Heidfeld Renault 57 +1 voltas    
15 21 Jarno Trulli Lotus-Renault 56 +2 voltas    
16 25 Jerome d'Ambrosio Virgin-Cosworth 54 +4 voltas    
Ret 24 Timo Glock Virgin-Cosworth 49 +9 voltas    
Ret 11 Rubens Barrichello Williams-Cosworth 48 +10 voltas    
Ret 8 Nico Rosberg Mercedes GP 22 +36 voltas    
Ret 20 Heikki Kovalainen Lotus-Renault 19 +39 voltas    
Ret 7 Michael Schumacher Mercedes GP 19 +39 voltas    
Ret 12 Pastor Maldonado Williams-Cosworth 9 +49 voltas  

 

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publicado às 09:17

Vettel é pole na Austrália

por Tiago Crispim, em 26.03.11

Sebastian Vettel garantiu a pole position para o Grande Prémio da Austrália, que se realiza amanhã (27) às sete da manhã, hora de Lisboa.

 

 

O alemão fez a volta ao circuito de Albert Park em 1m 23.529s e foi oito décimos de segundo mais rápido que Lewis Hamilton. O piloto inglês partirá ao lado de Vettel na primeira fila.

O piloto da casa, Mark Webber, levou o seu Red Bull à terceira posição, seguido de Jenson Button com 1m 24.779s e Fernando Alonso, com 1m 24.974s.

 

Em sexto parte Vitaly Petrov, que chegou a ser o mais rápido na Q1. Dessa primeira fase de qualificação não passou o seu companheiro de equipa, Nick Heidfeld, que vai largar do 18º lugar.

 

Na sétima posição estará o Mercedes GP de Nico Rosberg e a seu lado o brasileiro Felipe Massa, que fez um pião na primeira curva na sua

ultima volta de qualificação. Oitavo lugar para o Sauber de Kamui Kobayashi e nono para o Toro Rosso de Sebastian Buemi.

Seguem-se na grelha de partida Michael Schumacher (Mercedes GP), Jaime Alguersuari (Toro Rosso), Sérgio Pérez (Sauber), Paul Di Resta (Force India), Pastor Maldonado (Williams), Adrian Sutil (Force India), Rubens Barrichello (Williams), Nick Heidfeld (Lotus Renault), Heikki Kovalainen (Team Lotus), Jarno Trulli (Team Lotus), Timo Glock (Marussia Virgin) e Jérôme D'Ambrosio (Marussia Virgin).

 

Os dois carros da Hispania ficaram de fora da grelha de partida graças à reintrodução da regra dos 107%. Esta regra define que tempos que sejam superiores à pole position em 107% ficam fora da grelha por serem demasiado lentos.

Vitantonio Liuzzi fez 1m 32.978s e Narain Karthykeyan 1m 34.295s.

 

As voltas não podiam ter mais de 1m 31.266s.

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publicado às 16:04

Treino livre 2 e conferência de imprensa

por Tiago Crispim, em 25.03.11

A McLaren dominou a segunda sessão de treinos livres para o Grande Prémio da Austrália. Jenson Button foi o primeiro com 1m25s854, seguido do seu companheiro de equipa Lewis Hamilton e do Ferrari de Fernando Alonso.

 

Seguiram-se os dois Red Bull com Sebastian Vettel à Frente de Mark Webber, o Mercedes de Michael Schumacher e o Ferrari de Felipe Massa.

O estreante Sergio Perez terminou em oitavo, e continua a dar boas indicações nesta fase final da pré-temporada.

 

A McLaren mostra assim que talvez estivesse a esconder o jogo quando disse que o carro ainda não estava muito bom, mas amanhã poderemos comprovar isso.

 

Na conferência de imprensa que antecipa o Grande Prémio da Austrália, estiveram os "rookies" Paul Di Resta, Jerome D'Ambrosio e Sergio Perez, o campeão de 2010 Sebastian Vettel e o regressado Nick Heidfeld.

 

Perez afirmou que que a sua maior dificuldade na F1 estava a ser a "quantidade de coisas que temos que fazer". "Estamos atarefados e mexer em montes de coisas no volante às quais não estava habituado. Temos que nos preocupar com os pneus, é imensa coisa."

 

Já Vettel brincou com a quantidade de botões que tem no volante. "Somos nós, equipas e pilotos, que temos de encontrar um layout qua funcoine para nós. Qualquer que seja a parte que se usa ou se usamos o polegar ou outro dedo. O cotovelo ainda não entrou em acção, mas temos de encontrar uma maneira que nos sirva. Depende e varia consoante os pilotos. É praticarmos e habituarmo-nos. Mas acho que todos estamos muito ocupados, com essas coisas mais a condução. Agora imaginem que o telefone toca e a parede está muito perto."

 

Como esperado e previsto por alguns pilotos, o uso da asa traseira móvel provocou algumas saídas de pista mas nada que comprometesse muito o tempos gerais.

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publicado às 12:29


Onde é que veio parar?

O Volta Mais Rápida é um blog sobre F1. O autor é um curioso, apaixonado pela Fórmula Um desde que se lembra, embora a sua carreira ao volante se fique pelos karts e pela Playstation. Trabalhou em alguns meios de comunicação como jornalista e hoje é técnico de rádio na Universidade Autónoma de Lisboa. Neste espaço quer dar a conhecer melhor o universo deste desporto e talvez despertar a atenção e a curiosidade de alguns interessados.



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