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Volta Mais Rápida 30-11-2010

por Tiago Crispim, em 30.11.10
Volta Mais Rápida 30-11-2010 by TCrispim

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publicado às 19:06

Petrov atacado por fãs no facebook

por Tiago Crispim, em 25.11.10

O piloto russo da Renault Vitaly Petrov revelou que foi atacado por fãs de Fernando Alonso no seu perfil de facebook.

 

Petrov, que se estreou este ano na Fórmula 1, foi uma barreira intransponível para o Ferrari de Alonso durante o Grande Prémio de Abu Dhabi. Graças à prestação do piloto da Renault, marca que fornece os motores à Red Bull, Alonso não passou do sétimo lugar, o que contribuiu para a vitória final do RBR de Sebastian Vettel.

 

O russo disse que, desde a corrida, vários fãs têm deixado mensagens agressivas e ofensivas no perfil que o piloto mantém no facebook.

 

Petrov justifica que ninguém lhe disse para manter Alonso atrás e deixar Vettel ganhar, que apenas estava a fazer a sua corrida e esteve 39 voltas à frente do Ferrari. Acrescenta ainda que "mesmo se ele tivesse passado, também tinha de passar Rosberg. Fiz a minha própria corrida e a Ferrari cometeu um erro tático."

 

 

Sutton Images

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publicado às 12:21

Programa 2 - Continuação do resumo de 2010

por Tiago Crispim, em 23.11.10
Volta Mais Rápida 23-11-2010 by TCrispim

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publicado às 16:05

Finalmente uma actualização

por Tiago Crispim, em 21.11.10

Nestes últimos dias tenho tido alguma dificuldade em actualizar o blog mas não é por isso que deixa de haver notícias na F1.

Mesmo que não houvesse, há sempre histórias passadas e curiosidades.

Por isso não desesperem, nem pensem que o Volta vai parar agora que acabou o campeonato deste ano.

 

Como não pude ir dando as notícias, faço aqui uma síntese das últimas novidades.

 

António Felix da Costa ficou em terceiro num Force India, num dia de testes dedicado aos "rookies" em Abu Dhabi.

 

Os testes continuaram com os pilotos "titulares" e a Pirelli, nova fornecedora de pneumáticos (pneus, vá) às equipas do grande circo.

 

Felipe Massa diz que o composto mais resistente tem alguns problemas mas estava à vontade com eles, Kamui Kobayashi afirmou que os pneus estão bem feitos e Nico Rosberg declarou que os pneus eram iguais ou piores que os Bridgestone, que se degradavam mais rápido e que eram mais lentos.

 

Vettel deu uma entrevista ao site oficial da F1 em que, entre outras coisas, diz que teve uma conversa com Mark Webber depois da última corrida, e que discutiram algumas coisas. "Não diria que ficámos amigos depois dessa conversa, porque houve temas em que colidimos, mas respeitamo-nos um ao outro e isso é uma boa base", afirmou o piloto alemão.

 

Para terminar a ronda destes últimos dias, o rumor de que a Renault pode passar a ser Lotus Renault F1 Team, e a actual Lotus seria a AirAsia ou 1Malaysia Team. Nada está ainda confirmado. Ao que parece a origem da notícia é da Autohebdo e da Autosport.

 

Porque não me lembrei de melhor foto ou vídeo para pôr aqui e adorei o comentário de Kabayashi sobre os pneus, que mostra que para ele tanto faz, desde que dê para correr, deixo aqui um vídeo do japonês no Grande Prémio do seu país natal este ano.

 

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publicado às 21:54

Acidente Schumacher - Liuzzi em Abu Dhabi

por Tiago Crispim, em 17.11.10

só porque a foto é espectacular...

 

2010 Karim Sahib / AFP - Getty Images

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publicado às 14:27

Primeiro programa

por Tiago Crispim, em 16.11.10
Volta Mais Rápida 16_11_2010 by TCrispim

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publicado às 15:31

Sebastian Vettel é o mais jovem campeão do mundo

por Tiago Crispim, em 14.11.10

 

O piloto alemão da Red Bull sagrou-se campeão em Abu Dhabi, na última prova da temporada. Para Vettel foi uma corrida sem problemas, embora o jovem de 23 anos só tenha descoberto que venceu o campeonato após cruzar a linha de chegada.

 

O seu engenheiro, provavelmente para não pressionar Vettel, não comunicou a posição de Alonso (que ganhava o campeonato se terminasse em quarto) até ao cruzar da meta, o que surpreendeu o alemão no final da corrida.

 

O último grande prémio deste ano começou com um acidente.

Schumacher (Mercedes GP) passou numa zona da pista mais suja, fez um pião e se os dois carros mais próximos se conseguiram desviar, tal não aconteceu a Vitantonio Liuzzi (Force India). O italiano abalroou o alemão num incidente de pista que fez sair o Safety Car, mas pouco depois viu-se os dois pilotos a voltar ao paddock, conversando alegremente.

 

Entre os candidatos ao título, o melhor colocado era Fernando Alonso (Ferrari). O espanhol da Ferrari estava em quarto, atrás dos dois McLaren (Hamilton e Button) e de Vettel (Red Bull), posição que bastava ao espanhol para vencer o campeonato.

 

Infelizmente para o piloto da Ferrari, era preciso ir às boxes trocar de pneus.

O primeiro dos candidatos a fazê-lo foi Mark Webber (Red Bull), que de quinto caiu para 16º. Pouco depois foi Alonso a mudar para os pneus médios mas estava a perder muito tempo a ultrapassar Alguersuari (Toro Rosso) e depois Petrov (Renault), o que levou o seu engenheiro André Stella a comunicar a Alonso que sabia que ele estava a dar o seu melhor, mas que era vital passar o Renault de Petrov, no décimo lugar.

 

Na frente os BMW Sauber Ferrari, de Nick Heidfeld e Kamui Kobayashi, estavam a dar nas vistas, a fazer voltas mais rápidas e a andar no meio dos carros da frente com tempos consistentes.

 

As posições estabilizaram-se e na volta 42 de 55 eram as seguintes: Vettel em primeiro, Kubica (Renault), que ainda não tinha ido às boxes, em segundo, seguido de Hamilton (McLaren), Button (McLaren), Sutil (Force India), Rosberg (Mercedes GP), Petrov (Renault), Alonso (Ferrari), Webber (Red Bull) e Alguersuari (Toro Rosso).

Eventualmente o polaco da Renault caiu para quinto com a paragem obrigatória nas boxes para mudar os pneus.

 

Acabou por correr tudo bem para a RBR e Vettel, que festejou no pódio, claramente emocionado, e ainda aproveitou para dar um banho de champagne a Dietrich Mateschitz, dono da equipa austríaca.

 

No final da prova, enquanto as câmaras de televisão emitiam em directo a alegria de Vettel enquanto fazia a volta para ir para o pódio, Alonso mostrou o punho a Petrov, que respondeu com as duas mãos levantadas, como quem diz “o que é que tu querias?”.

 

Desde 2006 que um piloto não vence o campeonato duas vezes. Depois da vitória de Alonso nesse ano, Raikkonen, Hamilton e Button foram os campeões mundiais nos anos seguintes. Agora foi Sebastian Vettel, que apenas em 2008 fez a sua primeira temporada completa na F1, depois de se ter estreado em Indianápolis, a substituir Robert Kubica num BMW.

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publicado às 15:43

Qualificação Abu Dhabi 2010

por Tiago Crispim, em 13.11.10

Sebastian Vettel (Red Bull) vai partir da pole position naquele que será o último grande prémio da temporada.

O alemão ficou à frente de Lewis Hamilton (McLaren) e Fernando Alonso (Ferrari), o que para Vettel significa que tem de trabalhar muito e esperar que alonso caia nas posições.

Em, quarto está o outro McLaren, de Jenson Button, seguido do Red Bull de Mark Webber, provavelmente o mais desapontado com esta sessão de qualificação. O australiano partilha a terceira fila da grelha com Felipe Massa e o seu Ferrari.

 

A partida terá lugar à uma da tarde, hora portuguesa.

 

A grelha de partida é a seguinte:

 

 

1) Sebastan Vettel - Red Bull Renault

2) Lewis Hamilton - McLaren Mercedes

3) Fernando Alonso - Ferrari

4) Jenson Button - McLaren Mercedes
5) Mark Webber - Red Bull Renault
6) Felipe Massa - Ferrari
7) Rubens Barrichello - Williams Cosworth
8) Michael Schumacher - Mercedes GP
9) Nico Rosberg - Mercedes GP
10) Vitaly Petrov - Renault
11) Robert Kubica - Renault
12) Kamui Kobayashi - BMW Sauber Ferrari
13) Adrian Sutil - Force India Mercedes
14) Nick Heidfeld - BMW Sauber Ferrari
15) Nico Hülkenberg - Williams Cosworth
16) Vitantonio Liuzzi - Force India Mercedes
17) Jaime Alguersuari - Toro Rosso Ferrari
18) Sebastian Buemi - Toro Rosso Ferrari
19) Jarno Trulli - Lotus Cosworth
20) Heikki Kovalainen - Lotus Cosworth
21) Timo Glock - Virgin Cosworth
22) Lucas Di Grassi - Virgin Cosworth
23) Bruno Senna - Hispania Cosworth
24) Christian Klien - Hispania Cosworth

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publicado às 15:33

Regras de 2010

por Tiago Crispim, em 13.11.10

Estamos na última curva da última volta de 2010. Mas ainda há tempo para falar deste ano que termina. Hoje vou abordar as mudanças às regras que foram introduzidas nesta temporada.

 

A que salta logo à vista é o fim dos reabastecimentos. Desde 1993 os carros passavam pelas boxes para reabastecer, o que, a pouco e pouco, foi focalizando as corridas na altura dos pitstops. Uma boa estratégia de paragem permitia ganhar posições, ainda para mais porque as ultrapassagens não eram muitas há uns anos. Mesmo assim os pilotos têm de passar pela boxe para mudar de pneus. É obrigatório correr com dois tipos de pneu por corrida, normalmente os slicks, ou rápidos, e os médios ou os duros, dependendo do estilo da pista. Para que seja possível terminar uma prova sem reabastecer os tanques de combustível tiveram de ser aumentados (não é equipa Virgin?), de cerca de 80litros para algo como 250litros, de acordo com o site oficial da F1. Os pilotos são obrigados a conservar mais o carro, o que afecta o estilo de condução daqueles mais agressivos. Em vez de estarem sempre a puxar pelo carro, têm de tomar mais atenção à conservação do carro.

O aumento dos tanques de combustível implica, claro, um aumento no comprimento no carro. Além disso, para não destabilizar os monolugares, as equipas optaram por não utilizar o sistema KERS (sistema que permite a recolha de energia cinética e dá um "boost" de cerca de 80cv ao motor, mas só pode ser utilizado uma vez em cada volta) introduzido em 2009, que continua ainda assim a ser permitido.

 

O peso dos carros também sofreu alterações e aumentou para um mínimo de 620kg (em 2009 era 605kg). Foi uma alteração indroduzida graças ao KERS. O equipamento, pesado, aliado a um piloto pesado e alto, criavam uma desvantagem. Acabou por ser uma regra irrelevante este ano, já que não se usa o KERS.

 

O tamanho dos pneus dianteiros foi reduzido. Para dar mais aderência à frente do monolugar. Ainda em relação às rodas, foi retirada a "tampa" protectora das jantes que surgiu em 2009. Facilita a troca de pneus e cria menor turbulência ao carro que ultrapassa. Ah, e em vez de 14, são 11 pares de pneus por fim-de-semana por carro.

 

Sobre a introdução das novas equipas já aqui se falou, mas mesmo assim, cá vai. Foram admitidas três novas equipas para esta temporada,  a Lotus, a Virgin e a Hispania.

 

Para prevenir casos como o da estreia do espanhol Jaime Alguersuari, que só tinha corrido em linha recta num Fórmula 1, os pilotos de testes que vão substituir um dos pilotos principais da equipa têm direito a um dia de testes, num circuito que não faça parte do calendário da temporada. Isto só conta se o piloto de testes não tiver realizado nenhuma corrida nas duas temporadas anteriores.

 

Há uma regra nova relacionada com os dias de testes aerodinâmicos. São seis em vez dos oito dados anteriormente. Se a equipa preferir, pode trocar um ou mais destes dias, por horas passadas num túnel de vento, com um carro à escala real, em vez da habitual escala de 60 por cento.

 

Por fim outra das grandes mudanças este ano foi o sistema de pontos. Não é a primeira nem deverá ser a última que este é alterado. Na contagem anterior, um piloto podia ser campeão com menos vitórias que os outros, desde que fosse consistente e alcançasse boas classificações durante o campeonato. Em 2009 o primeiro ganhava 10 pontos, o segundo 8, o terceiro 6, o quarto 5 e sucessivamente até ao oitavo, que ganhava um ponto.

Na "silly season" ainda se falou em atribuir medalhas aos três lugares do pódio mas acabou por apenas se alterar as pontuações. Agora pontua-se até ao décimo, um incentivo para as novas equipas. O novo sistema de pontos dá 25 ao vencedor, 18 ao segundo, quinze ao terceiro, 12 ao quarto, 10 ao quinto, 8 ao sexto, 6 ao sétimo, 4 ao oitavo, 2 ao nono e um ponto para o décimo lugar.

 

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publicado às 03:22

As novas equipas de 2010 (2ª parte)

por Tiago Crispim, em 11.11.10

Então vamos lá às três equipas que conseguiram chegar à grelha de partida para 2010.

 

A Campos Gran Prix começou como um projecto do ex-piloto de F1 Ádrian Campos, que é responsável por uma equipa de F3, a Addax.

Para o projecto da Fórmula 1 juntou-se à Meta, uma agência de comunicação ligada ao desporto. Em janeiro de 2010 a equipa revelou que tinha pouco dinheiro, que talvez não conseguisse participar nos treinos de inverno e que o seu segundo piloto só seria anunciado na véspera da primeira corrida. Os sete milhões de euros pagos à Dallara pela construção do chassis deixaram a equipa espanhola "nas lonas" e ainda por cima esse mesmo chassis nunca chegou a ser testado em condições de corrida. No fim foi o que se viu.

 

Em Fevereiro a Campos foi comprada por um dos seus accionistas, José Ramón Carabante, empresário do ramo do imobiliário, que deslocou a equipa de Mardrid para Múrcia (graças a um acordo com o governo regional) e a renomeou Hispania Racing team.

Desde Outubro passado que o sobrinho de Ayrton Senna, Bruno, tinha sido anunciado como piloto da equipa, na altura ainda chamada Campos. Só a quatro de Março foi apresentado o segundo piloto, o indiano Karun Chandok. Nesse mesmo dia a HRT revelou o carro, um monolugar construído pela Dallara, com motor Cosworth, a que chamaram F110.

 

Resumindo a temporada, as melhores posições da Hispania foram dois 14ºs de Chandok e outro de Bruno Senna. Além disso têm trocado de pilotos, o que faz com que na prática tenham quatro pessoas a disputar dois carros, mas sempre entra mais dinheiro assim... Para o ano já se sabe que não vão contar com a Dallara para o chassis mas vão manter os motores Cosworth. Assinaram também um acordo com a Williams, que corre com essa marca de motores, para usar a sua caixa de velocidades que se mostrou bastante fiável. Nenhum dos abandonos ou problemas da equipa britânica ficou a dever-se a esse componente.

 

 

A Manor GP também passou por uma mudança de nome para Virgin GP para entrar na F1. O processo foi o seguinte:

A Manor é uma equipa da Fórmula 3 britânica que também teve uma equipa na GP3. Criada em conjunto com o ex-dono da Simtek Nick Wirth, foi comprada pela Virgin de Richard Branson. A 15 de Dezembro de 2009, quando foi revelada a lista das equipas para 2010, a equipa já aparecia como Virgin Racing.

 

O alemão ex-Toyota Timo Glock assinou pela equipa em Novembro. Tem um contrato de dois anos mais um de opção. O brasileiro Lucas di Grassi, terceiro lugar no campeonato de GP2 em 2009  é o seu companheiro de equipa. O português Álvaro Parente chegou a ser apontado para piloto de testes mas acabou por ser o brasileiro Luiz Razia a preencher esse lugar.

 

Com os pilotos já acertados e o primeiro carro desenhado totalmente em computador, a Virgin estava preparada para 2010, certo?

Errado. Um erro de design do chassis comprometeu o projecto. O tanque de combustível não tinha tamanho suficiente para terminar uma corrida a não ser que os carros andassem mesmo, mesmo devagarinho. Felizmente puderam redesenhar o carro e corrigir o erro a tempo de começar a temporada. Com alguns problemas de fiabilidade associados aos motores Cosworth, a equipa pretende aumentar o número de parcerias para 2011. O fabricante de automóveis russo Marussia comprou uma parte significativa da equipa, e que a mesma pode vir a chamar-se Marussia Virgin Racing para o próximo ano.

 

 

A Lotus Racing, ou melhor, a 1Malaysia F1 Team, foi a outra estreante em 2010. Ligada ao governo malaio e liderada pelo dono da AirAsia Tony Fernandes, a equipa não está ligada à histórica Team Lotus de Colin Chapman, apesar de rumores sugerirem que a equipa malaia queria comprar o nome a David Hunt, irmão do piloto campeão do mundo James Hunt e dono do nome da equipa.

Na equipa está também Mike Gascoyne, que é o director técnico. O inglês está na F1 desde 1989 e já passou pela McLaren, Tyrrell, Jordan, Benetton, Renault, Toyota, Spyker, Force India e agora Lotus. Parece ser a mais estável das três equipas e revelou-se em 2010 como a grande rival da Virgin (pelo lugar imediatamente acima da HRT).

 

A história do nome, resumida, é a seguinte: A Proton, construtora de carros malaia, é dona do nome Lotus e os carros de estrada com essa marca são feitos pela Proton. A 1Malaysia pagou para usar o nome mas foi alvo de um processo posto por David Hunt. Em Setembro de 2010 Tony Fernandes anunciou que comprou o nome Team Lotus e afirmou que a equipa passará a ter esse nome a partir 2011.

Sem grandes dramas a não ser o do nome, a Lotus debateu-se com os mesmos problemas que as outras equipas com motor Cosworth.

 

Para 2011 a equipa pretende subir na classificação e lutar pelos pontos. Para isso conta com várias parcerias. Com a Red Bull, que vai fornecer a caixa de velocidades e o sistema hidráulico e com a Renault, que vai fornecer os motores. As parcerias são lógicas já que a Red Bull corre com motores Renault. Planeiam também construir um túnel de vento e alegadamente vão correr com o preto e dourado que o patrocínio da John Player's Special tinha na Lotus nos anos 70 e 80.

 

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publicado às 19:13

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Onde é que veio parar?

O Volta Mais Rápida é um blog sobre F1. O autor é um curioso, apaixonado pela Fórmula Um desde que se lembra, embora a sua carreira ao volante se fique pelos karts e pela Playstation. Trabalhou em alguns meios de comunicação como jornalista e hoje é técnico de rádio na Universidade Autónoma de Lisboa. Neste espaço quer dar a conhecer melhor o universo deste desporto e talvez despertar a atenção e a curiosidade de alguns interessados.



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